
A grana é alta, mas ainda não bancaria o pretendido novo avião para atender aos luxos e os egos de Lula e Janja: mais de R$500 milhões.
Porto Velho, RO - O BNDES encaminhou à CPI das ONGs documentos que confirmam reserva de R$470 milhões do Fundo Amazônia para agradar ONGs que supostamente promovem a conservação e desenvolvimento sustentável da região. Na CPI, essas ONGs são tratadas como investigadas e por embolsar a maior parte dos recursos. O levantamento chegou à CPI após requerimento do senador Márcio Bittar (União-AC). Foram quatro chamamentos públicos, que vigoraram entre os anos de 2012 e 2018.
Primeiros projetos
Uma chamada (R$50 milhões) é de “Projetos Produtivos Sustentáveis”. Outra (R$70 milhões) é para gestão ambiental em terras indígenas.
Grana farta
A título de “Recuperação de Cobertura Vegetal”, o Fundo Amazônia separou a maior fatia do bolo de dinheiro: R$200 milhões.
O que é isso?
Para a abstrata “consolidação e fortalecimento de cadeias de valor sustentáveis e inclusivas”, outra reserva suspeita: R$150 milhões.
Depende da referência
A grana é alta, mas ainda não bancaria o pretendido novo avião para atender aos luxos e os egos de Lula e Janja: mais de R$500 milhões.

O desmentido é constrangedor porque, como ex-juiz federal e ministro da Justiça, não poderia ignorar a inexistência do “crime” que alegou.
Ex-Twitter, X adverte que alegação de Dino é fake
O ministro da Justiça, Flávio Dino, foi alvo de constrangedor desmentido oficial no ‘X’ (ex-Twitter), após afirmar que “fake news é crime, não é ‘piada’ ou instrumento legítimo de luta política”. A lorota rendeu uma “nota da comunidade”, instrumento que permite os usuários da rede social a adicionar contexto e informações de postagens com alto alcance. O X informou que ao contrário do que disse o ministro, “no Brasil não há lei específica que puna a criação e o compartilhamento de fake news”.
Não conhece a lei?
O desmentido é constrangedor porque, como ex-juiz federal e ministro da Justiça, não poderia ignorar a inexistência do “crime” que alegou.
Fake sobre fake
X ainda deu aula ao ministro: dependendo do conteúdo e do dano, as fake news podem se enquadrar como “calúnia, difamação, injúria”.
Lorota lacradora
Dino disse que as fake news seriam “crime ainda mais grave” quando se referem a crise humanitária, mas também não há lei que confirme isso.
Pernas curtíssimas
Mentiras de Lula mundo afora já são desmoralizadas em segundos. Não foi apenas driblar a verdade afirmar que ignora a existência do Tribunal Internacional. É uma aposta na falta de memória: foi ele quem assinou a adesão do Brasil e até nomeou uma juíza para a Corte de Haia.
Fonte: Por Cláudio Humberto


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