Soja e milho transformam Rondônia em fronteira agrícola, diz ex-prefeito de Vilhena Vitório Abrão durante entrevista


Ele se recorda, quando o André Maggi começou o plantio de soja em Sapezal no Mato Grosso, lá pelo inicio dos anos 70/80

Porto Velho, RO
- Com depoimentos de pioneiros na produção de soja e milho que participaram do processo produtivo de grãos neste estado, como o ex-prefeito de Vilhena, Vitório Abrão, representantes da família Colatto, Manoel Serra que acompanhou a criação do sistema portuário na capital,a implantação pelo saudoso, André Maggi do sistema hidroviário usando o rio Madeira para exportar produtos da região, do empresário Adélio Barofaldi e do superintendente do Banco do Brasil, Edisom Lemos, o programa “Campo e Lavoura” na Rede TV! Revela amanhã das 7:00 às 8:00 horas a força das culturas oriundas do campo.




Foi uma caminhada longa por mais de 40 anos com muitos percalços para o estado de Rondônia, conquistar o espaço que merece como estado produtor de grãos ao lado de gigantes como Mato Grosso, Goiás e Tocantins, conforme lembra Vitório Abrão, que ao lado dos Colattos foi um dos primeiros a se aventurar no plantio de soja na região de Vilhena, onde na verdade tudo começou.

Ele se recorda, quando o André Maggi começou o plantio de soja em Sapezal no Mato Grosso, lá pelo inicio dos anos 70/80, nos iniciamos com muita dificuldade implantando as primeiras lavouras nos cerrados de Rondônia.

A história da soja na região Centro-Oeste, trazida pelos agricultores do Sul país, também abriu espaço para Rondônia, uma área de terras planas próprias para cultivo de lavouras, de acordo com o empresário Adélio Barofaldi. 

Não existia incentivo e nem financiamentos, o calcário por exemplo, vinha do Paraná ou Santa Catarina, o sistema de transportes deixava a desejar, mesmo assim eles não desistiram e na atualidade o verde das lavouras até onde a vista alcança no horizonte impressiona os viajantes.

Assista e confira amanhã no “Campo e Lavoura”, essa é a história de uma revolução silenciosa e sem vitimas, onde o progresso, o desenvolvimento econômico e social, foram os únicos vitoriosos revelando que nada supera a força do trabalho.

Fonte: Por José Luiz Alves

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