Lula, o mandante?


José Maurício de Barcellos

Quem mandou matar Bolsonaro a facadas?

Esta semana circula pelo território livre da rede mundial de computadores mais uma versão acerca do crime praticado contra o então candidato à presidência da República, em 06 de setembro de 2017, que até os dias de agora continua sem uma solução minimamente aceitável.

Isto enche de vergonha, não só o Judiciário e as Polícias de um modo geral, mas a todos nós brasileiros que temos que suportar essa excrescência cívica, da qual resulta obviamente uma colossal onda de especulações.

Esta última versão – que as agências checadoras da Gestapo (Geheime Staaspolizei) dos Barões das Comunicações já carimbaram de falsa (ou de falsa em parte) – afirma que “teria sido um sobrinho do Lula e um cunhado do seu esbirro-mor, Fernando Haddad. O relato diz ainda que a Polícia Federal já teria pegado o tal cunhado e que agora estaria no encalço do Ogro petista e de seu sobrinho, hoje residente no Chile”.

Aquela tentativa de homicídio foi um crime que ocorreu de fato e isto não se pode negar. Que o criminoso filiado ao PCCSOL, Adélio Bispo, não agiu sozinho, também já restou comprovado. O que deve ser definitivamente esclarecido é quem foi o mandante ou quem foram os criminosos integrantes deste conluio assassino.

A meu sentir existem fortes indícios em relação à quadrilha que planejou e pagou pelo crime tais como:

1) a chegada imediata e a participação direta de ricos advogados na cena do crime e na hora do flagrante;

2) as fugas do Deputado Jean Willis e do sobrinho de Lula para o exterior, logo após circularem notícia de seus envolvimentos com o assassino;

3) o inquérito na polícia civil de Minas e o na Polícia Federal que não convenceram ninguém quanto os resultados encontrados;

4) o pagamento de honorários milionários aos advogados do criminoso, por parte de órgãos da impressa velha;

5) a vergonhosa e descabida blindagem aos advogados do criminoso (ou dos mandantes do crime) pressurosamente perpetrada pela Ordem dos Advogados e pelo STF et cetera e tal.

Qualquer destes fatos que fosse esclarecido a fundo, sem dúvida que revelaria a verdade. Uma circunstância incontornável aponta para quem seria o maior beneficiário do crime caso tivesse resultado na morte da vítima, o ex-presidente Lula da Silva.

Investigando a história e a vida pregressa do “Ogro Descondenado” tem-se que é público e notório seu passado de crimes e de malfeitos que o Brasil e o mundo sabem de cor e salteado e que nem dependem de provas.

Sua fama de malfeitor o precede e guarda registros vindos desde os tempos de malversação de dinheiros dos sindicatos que dirigiu e, passando pelo tempo que desviou dinheiro público como parlamentar, chegou à época do bruto na Presidência da República, quando se superou totalmente.

Este ordinário, que mentiu, roubou e nunca na vida se pejou da prática dos atos mais abjetos, inclusive contra a própria família quando ensinou aos filhos a roubar ou quando aviltou a memória da esposa e avó de seus netos para construir um vergonhoso álibi perante a Justiça, por qual razão não mandaria matar? Em relação a este “pus da humanidade” nada de mal que dele advenha me surpreende.

Por que não mandaria matar quem vendeu sua Pátria para o Foro de São Paulo, para as FARCS e outras associações ligadas ao narco terrorismo? E por que não mandaria matar a quem venha a se atravessar em seu caminho, o tal homem que ameaçou incendiar toda a Nação Verde e Amarela, à frente de um exército de mercenários assassinos do MST, arregimentado pelo não menos invasor assassino, o tal de João Stédile? Por que não mandaria matar quem vem reiteradamente incitando a invasão das igrejas cristãs e o linchamento de seus padres e pastores?

Em sua longa carreira como mandante de crimes – alguns hediondos tal como o desvio de verbas da saúde que vitimou nas filas do SUS milhares de pais e mães de família – o covarde meliante cuidou sempre de se preservar.

Agora, entretanto, parece que não teme mais coisa alguma. Está apostando tudo contra o País, porque quer porque quer se vingar da irreversível desmoralização nacional que lhe foi imposta.

Sua última façanha foi incitar seus asseclas nos sindicatos a caçar em casa os parlamentares que ao patife se opõem para confrontar e colocar em risco a vida seus familiares. Esta posição, como mandante de um crime vil e torpe contra um representante do povo, em nada difere, na essência, de outras anteriores, quando procedeu com igual dolo.

De fato. Nesta segunda-feira (4), durante lançamento da Plataforma da CUT para as Eleições 2022, em São Paulo, o bruto recomendou pessoalmente que trabalhadores dos movimentos mapeassem os endereços das casas dos deputados e enviassem umas “50 pessoas” para “incomodar a tranquilidade” deles.

“O deputado tem casa. […] Então se a gente, ao invés de tentar alugar um ônibus, gastar uma fortuna, para vir para Brasília, que às vezes não resulta em nada, se a gente pegasse, mapeasse o endereço de cada deputado e fosse 50 pessoas na casa do deputado, […] incomodar a tranquilidade dele. Eu acho que surte muito mais efeito….”, disse o canalha.

Como não poderia deixar de acontecer a reação dos homens de honra veio queimando. Em vídeo que circula pelas redes sociais, o Deputado Telhada (PP-SP) desafiou publicamente o covarde vagabundo, herói da vermelhada, exibindo sua 9 mm na cintura e o convidando juntamente com “seu bando” a vir até a casa dele, incomodar sua mulher e filhos.

Sob a ótica do direito penal, o mínimo que a proclamação do “Ogro Descondenado” provoca ou incita, seriam os crimes de violação de domicílio e o de constrangimento ilegal. Registre-se, também, que os crimes contra vida que possam decorrer daquela situação de grande periculosidade ou de alto risco teriam como cumplice e mandante, o biltre petista.

Caso qualquer conservador ou patriota honrado, aliados à Nova Ordem Brasileira, de longe sugerisse o mesmo procedimento contra um Ministro da Suprema Corte, no dia seguinte estaria preso pelo Mandarim de Temer, Alexandre de Moraes, acusado genericamente de ato antidemocrático ou de ataque às instituições da República.

O curioso é que o “Canalha de Garanhuns” atiça sua corja conta os representantes do povo e contra o Congresso Nacional como instituição, e lamentavelmente o Judiciário – aqui incluindo-se também o “Mistério Público” – cala e consente deixando tudo por isso mesmo.

Estou trazendo esse assunto à colação para alertar nossa gente para o risco que nos foi imposto por ter sido colocado um criminoso apto para disputar a presidência da República. Os milhões de brasileiros vitimados pelo regime petista o foram em face das inúmeras determinações oriunda daquele sujeito e, o que é mais perverso, tudo feito a sorrelfa e dissimuladamente.

Agora, convicto de que a Suprema Corte sempre o libertará, o crápula está ostensivamente prometendo fazer e desfazer e até mandar matar. Em sendo desta forma, auguro que os patriotas não consintam que se chegue a esse ponto sem volta, cujo desfecho inevitável é a guerra civil.

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br

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