Governo vacila, sem condenar ‘câmara de gás’ em Sergipe


Momento em que Genivaldo de Santos Jesus foi preso na viatura da PRF. Foto: Reprodução

Porto Velho, RO - Tem sido vergonhosa a atitude das autoridades no caso de tortura e assassinato de Genivaldo de Santos Jesus, sergipano de Umbaúba, por dois policiais rodoviários. Não se ouviu de ninguém, nem mesmo do presidente da República, qualquer palavra de condenação enfática do crime que horroriza o mundo. Apenas destacou que “execução não se admite”. E a Polícia Rodoviária Federal, em vez de meter na cadeia os assassinos, apenas os “afastou” do serviço e os mandou para casa.

Investigar o quê?

PRF e Polícia Federal falam em “investigar”, mas, o quê? Não há o que investigar. Toda tortura e assassinato foram documentados em vídeo.

Não é ‘normal’

Impressiona a falta de medidas contra os assassinos e também a ausência de condenação e de palavras de conforto à família da vítima.

Brutalidade tolerada

Nas redes, uma “PRF Brasil” apenas informou que a entidade está “comprometida com a apuração”. Mas não condenou a brutal execução.

Pedala, ministro

Já o ministro da Justiça, Anderson Torres, chefe de todos eles, divulgou nota de duas linhas informando haver determinado investigações.

Fonte: Por Cláudio Humberto

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