AGRO E FUTEBOL 'Colheitadeira' entra em campo durante partida de Cuiabá e Corinthians

 


Porto Velho, RO - Durante uma partida de futebol entre Cuiabá e Corinthians na Arena Pantanal (MT), nesta terça-feira (7), pela 10° rodada do Campeonato Brasileiro Série A, um carrinho de maca estilizado como uma colheitadeira conquistou a torcida dos dois times. E também gerou muitos comentários nas redes sociais.

A “colheitadeira” precisou ser acionada aos três minutos do segundo tempo da partida, quando o jogador do Cuiabá André Luís se lesionou.Oeste de MT deve registrar menor produtividade de milho em 5 safras, estima Imea

Ao entrar em campo, além do carrinho inusitado, outra coisa que chamou atenção foi o motorista estar vestido a caráter, como produtor rural, de camisa e chapéu.

O motorista se chama Edésio e antes era gandula do clube. Mas acabou ganhando destaque nessa estratégia do marketing que valorizou o agronegócio.

O vice-presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, contou mais sobre a ação e a importância do agronegócio para o estado.

“O Cuiabá é o clube que representa o estado de Mato Grosso, o estado do agronegócio, e temos essa ideia de aproximar cada vez mais o Cuiabá dessa bandeira, que é o principal segmento econômico do nosso estado. Essa ideia do carrinho de colheitadeira foi baseada nisso, divulgar a potencialidade do nosso estado através do futebol”, disse Dresch.

Vale destacar que o clube é o único mato-grossense a estar na elite do futebol brasileiro.

A equipe é patrocinada por empresas ligadas ao agronegócio, como a Drebor, indústria do setor de reciclagem de pneus, que tinha seu nome estampado na “colheitadeira” e que patrocina o Cuiabá desde 2003.

Muitos torcedores aprovaram a ideia nas redes sociais, já que Mato Grosso é uma das maiores forças do agronegócio do Brasil.

O time do Cuiabá entrará em campo novamente neste sábado, na Arena Pantanal, também pelo Campeonato Brasileiro da Série A contra o Red Bull Bragantino, às 18h. E a presença do carrinho-maca-colheitadeira já está confirmada.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

Fonte: Por Guilherme Nannini, de São Paulo

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