Então, vale tudo?


Porto Velho, RO - As intervenções da banda podre da política nacional contra o governo da União ou em desfavor de tudo quanto ele vem realizando ou construindo pelo Brasil afora comparo às ações da bandidagem nas organizações criminosas e, em especial, às do narcotráfico para manter o território e o status conquistado em nossa sociedade que, em parte, adoeceu de medo e de desamor ao País.

Considero que os chefões das maiores e mais atuantes facções do crime organizado possuem o mesmo grau de periculosidade e o mesmo potencial destrutivo que o “Ogro Descondenado”, hoje denunciado no exterior como um criminoso ligado ao “narcoterrorismo” internacional.

Estou convicto de que o lado negro da Suprema Corte, bem como a ala soez e vulpina do Congresso Nacional são em si redutos que oferecem as casamatas seguras onde se homiziam os vendilhões da Pátria, tal como as bocas de fumo e os esconderijos nos becos e nos morros, dos quais se utilizam os bandidos de todas as espécies e procedências.

Atribuo igual valor tanto para os “deformadores de opinião” ou para a “artistalha” rouanet – em constante estado de crise psicótica de abstinência dos cofres públicos – quanto para os olheiros e para os soldados do crime e da contravenção que, por deformação de caráter ou de personalidade, não conseguem se livrar da vida perversa e assassina que escolheram.

Vejamos. Olhem para vida pregressa do Lula ou para a sua trajetória criminosa. Consultem sua folha corrida. Digam de sã consciência, qual a diferença entre este pus da humanidade e um chefão qualquer do PCC ou mesmo entre o bruto e o conhecido narcotraficante Fernandinho Beira-Mar, em relação a todo mal que fizeram ao Brasil, nos últimos 30 anos?

Penso que, em números quantitativos, o conhecido traficante matou menos do que o petista e infelicitou um número menor de famílias, por conta de suas atividades fora da lei.

Avalie meu caro leitor, o quanto o Brasil teria crescido e o quanto nossa gente estaria vivendo agora dias mais prósperos e felizes se o povo – verdadeiro dono do poder – logo ao dar posse ao Presidente Bolsonaro tivesse afastado, com uma penada só, os canalhas de toga do STF e dado voz de prisão a todo parlamentar acusado de crimes contra o Estado Brasileiro.

Detentor de uma força contra qual outra qualquer não pode se rivalizar e tendo como escudo a Constituição da República, o povo do Brasil teria mandado para o lixo da história os onze Mandarins que há muito usurpam uma função pública em relação à qual perderam ou nunca tiveram legitimidade alguma, ao mesmo passo que teria livrado as duas casas do Parlamento Nacional de assassinos, de corruptos, de malversadores do dinheiro do erário, de ladrões integrantes das quadrilhas de FHC a Temer e outros delinquentes da mesma estirpe.

Houvesse o povo se rebelado e contando com o incontrolável poder que a rede mundial de computadores disponibiliza, teria reduzido a nitrato de pó de nada a velha mídia, a ignóbil imprensa dos vassalos dos Barões das Comunicações e a corja dos artistas do “estelionato rouanet”, hoje não teríamos que suportar as nefandas presenças no cenário atual do tal “Bigodinho Pereira” dono da grana do SENAC-RJ, da “Miriam Suína” das mensagens psicografadas ou mesmo do pervertido canastrão Porchat cujo filme que faz apologia à pedofilia não logrou arrancar dinheiro do governo ou ainda de uma “Vil do GIL” que prega, sistemática e impunemente, um ódio assassino contra o Capitão.

A Nação Verde e Amarela não tem mais qualquer razão para suportar a presença dessa corja de chupins do suor de nossa gente.

O grau de insanidade dessa trupe toca as raias do surreal. Qualquer daqueles maus brasileiros, se questionados acerca da razão pela qual combatem Bolsonaro e sua equipe de colaboradores, nunca conseguem, então, citar um só caso de má gestão, de desvio de conduta ou de corrupção.

Se espremer o desgraçado, seja ele um canalha do STF, seja um parlamentar oposicionista ou um famoso que se viu desmoralizado publicamente, então vomita uma sandice qualquer, do tipo: “ele não”, ele é nazista, é fascista, matou 600 mil pessoas de “Covid” ou outras besteiras semelhantes, todas sempre arrematadas tresloucadamente por devaneios do tipo: por conta disto vamos recolocar no poder o maior larapio da história contemporânea. É crível?

Quão emblemático seria se o povo arrancasse esses patifes de seus castelos e bunker’s e os colocasse em praça pública para exigir que provassem as acusações irrogadas, sob pena de prisão em flagrante.

Quem pensa que estou imaginando coisas que espere para ver o fim deste estado de desespero que os vermelhos estão impondo ao País. A fúria de um povo indignado e oprimido nunca foi exatamente dimensionada. Só pode ser equiparada às forças da natureza. São incontroláveis. Quem viver verá.

A meu juízo, quando o Capitão entender que é hora de salvar o Brasil das mãos dos vermelhos, sei que pode, mercê de uma rápida convocação em cadeia nacional, colocar nas ruas de Brasília-DF mais de 5 milhões de compatriotas e, neste caso, aqueles comunistas assassinos veriam com quantos paus se faz uma canoa e se convenceriam de que o Brasil não se compara à Cuba, à Venezuela, à Colômbia, ao Peru, ao Chile, à Bolívia etc.

Caso eu estivesse na pele dos Gilmars, dos Fachins, dos Barrosos ou dos Moraes da vida que, por improbidade, por empáfia ou ganância, se transformaram nas figuras do País mais odiadas pelos patriotas, conquanto sejam consabidos satanistas, aprenderia a rezar uma “Ave Maria” diária para Santo Afonso de Ligório – modelo de paciência e de tolerância – em favor do Capitão para que jamais perca estas virtudes.

A história registra em muitos casos, como por exemplo, o da revolução Siamesa de 1932 (antigo Sião, hoje Tailândia), em que o povo rebelado, depois de muito sofrimento e vergonha, tomou o destino em suas mãos e, sem derramamento de sangue, depôs o regime monarca absolutista e, naquela ocasião, nem as Forças Armadas lograram controlar a fúria do cidadão comum, que cercou o palácio do ditador.

A cada desafio contra a ordem constituída que paralisa o mais legítimo ato de gestão do Presidente da República ou a cada insulto perpetrado por um Mandarim do STF a pedido de uma quadrilha travestida de partido político sem expressão alguma, surge um moleque de toga para humilhar o Presidente democraticamente eleito por mais de 57 milhões de votos. O que é isto minha gente? Onde nós estamos? A que ponto nós chegamos?

Os petulantes e ousados desafios que comprovam a idiossincrasia desses comunistas de toga vêm de longa data. Somente se esquecem os corruptos e os mal-intencionados de que já transformaram as relações institucionais neste País em um perigoso vale tudo ou em uma verdadeira briga de rua, esquecendo, entretanto, que em tempos de vale tudo o povo rebelado sempre ganha.

Para que se possa sopesar ou se ter uma pequena ideia do ponto a que chegamos e também do tempo em que estamos tolerando a petulância, o escárnio e o desafio de vermelhos canalhas e corruptos, contra a mais legítima e soberana manifestação popular, consinta o meu caro leitor que relembre aqui um episódio emblemático.

Logo depois das eleições, antes da posse e aí nos idos de novembro de 2018, o presidente eleito entendeu de fazer uma visita de cortesia a então Presidente do TSE, a mandarim da “Anta Guerrilheira”, Rosa Weber que, por sua vez e diante da figura abominável do sonso e covarde Mandarim “Boca de Veludo” – de quem sempre fala o ex-deputado Roberto Jefferson – de forma grosseira, acintosa e debochada entregou a Bolsonaro um exemplar da Constituição da República, para assim demonstrar que estava diante de um provável ditador ou fascista, só porque de ódio ardeu, cônscia de que aquele líder chegava para por fim ao domínio despótico das pessoas de sua laia.

Somente lamento que Bolsonaro – o simples e humilde Capitão – do alto dos seus 57 milhões de votos não tenha pregado de volta no peito da asquerosa comunista o tal exemplar da Constituição, para deixar evidenciado que este povo que o elegeu não seria, dali para frente, alvo do escárnio de quem quer que seja.

De afronta em afronta, de desmando em desmando, de insolência em insolência contra a soberana vontade de nossa gente, os patifes de toga “descondenaram” um bandido mundialmente conhecido, que estão mantendo livre e atuante para reunir sua antiga quadrilha, na tentativa de “venezuelizar” o Brasil.

As reuniões de suas legiões do mal já começaram e, desta feita, ainda que em flagrante violação a lei eleitoral, estão sendo garantidas pelo Poder Judiciário. A canalha não esconde mais nada. Estão prometendo suprimir os direitos e as garantias individuais, desviar nosso dinheiro de impostos para salvar da miséria os “narcoditadores” da “América Latrina”, abolir a propriedade privada, perseguir as igrejas e os religiosos e, naturalmente, reservar para a quadrilha a riqueza desta Nação.

Quando, no início desta semana, circulou pela rede mundial de computadores um vídeo de uma reunião para lançar as bases das ações criminosas que o PT pretende implantar se lograr voltar ao poder, com a presença do Ladrão-mor e de tipos nojentos e carcomidos da velha política, como por exemplo, o vagabundo Mercadante dos dossiês aloprados; o cafajeste Haddad do “kit gay”, a ladra do Paraná Gleise Hoffman e o velho gaga Suplicy (um manso desmoralizado de carteirinha) dentre outros, então me voltou à lembrança tudo quanto nos desgraçou no passado para, então, concluir sem medo de errar: se acham que vão voltar é porque estão convencidos de que passou a valer tudo. Em sendo desta forma, a guerra civil será inevitável.


Fonte: Por Jose Mauricio de Barcellos ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br.

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