Grupo Masutti: Investigado terá de explicar origem de 2 quilos de ouro encontrados em escritório



Porto Velho, RO - Com a certeza de que um crime sempre puxa outro, a Polícia Federal quer saber a origem de grande quantidade de ouro encontrada durante operação autorizada pela Justiça Federal de Vilhena, que bateu na porta de um dos maiores grupos do agronegócio de Rondônia e do Brasil. Além de se defender sobre as acusações de grilagem de terras da União, um dos investigados da Operação Julius Caesar, deflagrada pela Polícia Federal na manhã da quinta-feira, 08, terá que explicar a origem de aproximadamente 2 quilos de ouro apreendidos em um cofre durante a operação.

Valores e metal precioso estava no escritório de um dos investigados, que não teve o nome revelado. Segundo a Polícia Federal, o ouro e o dinheiro apreendidos em Vilhena estavam no escritório de um dos investigados da operação. PF também apreendeu cerca de 90 mil reais em dinheiro.



Detalhes

As investigações apontaram fraudes no processo de regularização fundiária de Gleba Pública Federal, localizada na área rural de Pimenteiras do Oeste e Cerejeiras. O esquema criminoso utilizava-se de “laranjas” e falsificação de documentos para fins de obtenção indevida de títulos de domínio rurais e posterior aquisição da propriedade por grandes empresários, incluindo o Grupo Masutti.

Na ação desta quinta, cerca de 70 policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão e sequestro de bens, em residências e empresas localizadas nos municípios de Vilhena, Pimenta Bueno, Cerejeiras, Ji-Paraná, Porto Velho, Guajará-Mirim e Campos de Júlio/MT. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Vilhena. Foram, ainda, determinados o sequestro de duas fazendas avaliadas em mais de R$ 278 milhões, assim como a indisponibilidade de valor equivalente a quase R$ 125 milhões.


Fonte: Da Redação, com informações do Rondoniaovivo

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