
Senador Eduardo Girão. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado).
Porto Velho, RO - Durante a retomada das atividades presenciais no Senado Federal, ocorrida nesta terça-feira, 24, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) ocupou a tribuna para exigir a instauração imediata da CPI do Banco Master. Além da comissão, o parlamentar cobrou celeridade na análise dos pedidos de impeachment direcionados a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Girão enfatizou que o requerimento para a criação da CPI já possui o apoio de 51 senadores, quantia que ultrapassa a maioria absoluta da Casa, composta por 81 membros. Em seu pronunciamento, o senador declarou que “precisamos dar uma resposta imediata à sociedade e abrir a CPI”, classificando a medida como “inegociável”.
O congressista também levantou suspeitas sobre uma articulação política que envolveria o PL da Dosimetria e a abertura da investigação bancária. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, lideranças do Legislativo estariam tentando inviabilizar a CPI em troca da votação deste projeto de lei. Girão foi enfático ao rejeitar qualquer composição nesse sentido: “Se tiver, não contem comigo”.
A reportagem indica que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem evitado convocar a sessão conjunta necessária para a leitura de requerimentos de CPIs e análise de vetos presidenciais.
O centro da polêmica reside no objetivo do PL da Dosimetria, que visa abrandar as punições de indivíduos condenados pelos atos ocorridos em 8 de janeiro. Caso a proposta avance sem restrições, a pena atual do ex-presidente Jair Bolsonaro, situada entre seis e oito anos de regime fechado, poderia sofrer uma redução drástica, caindo para aproximadamente dois anos e quatro meses.
Para que o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja mantido e a proposta barrada, o governo necessita do suporte de 41 senadores e 257 deputados. O cenário, contudo, é desafiador para o Executivo, visto que o texto original foi aprovado com folga em ambas as Casas: 291 votos favoráveis na Câmara e 48 no Senado.
A reportagem indica que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem evitado convocar a sessão conjunta necessária para a leitura de requerimentos de CPIs e análise de vetos presidenciais.
O centro da polêmica reside no objetivo do PL da Dosimetria, que visa abrandar as punições de indivíduos condenados pelos atos ocorridos em 8 de janeiro. Caso a proposta avance sem restrições, a pena atual do ex-presidente Jair Bolsonaro, situada entre seis e oito anos de regime fechado, poderia sofrer uma redução drástica, caindo para aproximadamente dois anos e quatro meses.
Para que o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja mantido e a proposta barrada, o governo necessita do suporte de 41 senadores e 257 deputados. O cenário, contudo, é desafiador para o Executivo, visto que o texto original foi aprovado com folga em ambas as Casas: 291 votos favoráveis na Câmara e 48 no Senado.
Fonte: Por Juan Araujo


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