GAZETEIROS: Jaqueline Cassol, Expedito Netto e Mauro Nazif não comparecem para votar PL que proíbe saidinha de presos



Porto Velho, RO - Rondônia possui uma bancada de oito deputados federais que, tecnicamente, deveriam representar a população nas votações de projetos na Câmara dos Deputados, especialmente os projetos considerados de maior relevância social. Porém nem todos têm cumprido com as suas obrigações de representantes do povo.

Um exemplo dessa falta de compromisso foi a votação desta quarta-feira, quando estava na pauta o Projeto de Lei 6579/13, que acaba com as saídas temporárias de presos, a famigerada "saidinha". O projeto, de autoria da ex-senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PSD), que tramita há quase 10 anos foi aprovado por 311 votos a favor e 98 votos contrários. Toda a bancada de esquerda, liderada pelo PT e pelo PSB votou contra.

Dois oito deputados federais rondonienses, três deles simplesmente não aparecerem no plenário. Expedito Netto (PSD), Jaqueline Cassol (PP) e Mauro Nazif (PSB). Não se sabe se a ausência desses parlamentares ao trabalho se deu por conta da campanha política ou por convicção, uma vez que o projeto é polêmico e exige postura para posicionamento. Em época de campanha, tudo é possível, até ir contra os próprio princípios partidários ou dos compromissos assumidos.

Dos três parlamentares gazeteiros, dois chamam maior atenção. O PSB de Mauro Nazif votou em peso contra o projeto. Se não tivesse faltado ao trabalho seria ele o 99° voto esquerdista ou votaria contra a bancada que defende os bandidos? Teria Mauro Nazif coragem de contrariar os seus chefes maiores, Lula e seus asseclas, ou votaria a favor dos bandidos? Ficamos sem essa resposta do ex-prefeito de Porto Velho, que busca a reeleição para a Câmara Federal

Conhecido nos corredores da Câmara dos Deputados como biruta de aeroporto, aquele aparelho que muda conforme o fluxo dos ventos, Expedito Netto (PSD) não compareceu para votar um dos projetos mais relevantes da Casa, que é de autoria de sua correligionária gaúcha. Resta saber se estaria ele priorizando a campanha de reeleição em detrimento ao seu compromisso. Quanto ao benefício aos presos, não saberemos jamais o posicionamento do parlamentar, que não deu deu as caras na votação.

Fonte: Da Redação

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